Realizado hoje (27), no último dia do II Seminário Internacional de Segurança no Trânsito, organizado pelo Ministério dos Transportes, por meio da Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito), em Brasília/DF, a mesa redonda sobre Educação e Mobilização Social teve como destaque o Movimento Maio Amarelo após um questionamento feito pelo CEO do OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, Paulo Guimarães.
Promovido durante o painel 4, após a “Apresentação Inspiradora - Campanhas Educativas: Novas Perspectivas e Estratégias”, pela Diretora Executiva do International Council on Alcohol, Drugs and Traffic Safety (ICADTS), Fátima Pereira Silva, a mesa redonda foi composta também pela apresentadora do painel, Fátima Pereira Silva; mediada pela coordenadora-geral de Educação e Saúde para o Trânsito substituta da Senatran, Sirlei Kuiava e contou com a participação do consultor técnico sênior na Vital Strategies, Omar Jacob; e do diretor executivo da Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike), Daniel Guth.
Após o início do debate sobre Educação e Mobilização Social, e com a abertura para o público realizar de perguntas, o CEO do OBSERVATÓRIO, Paulo Guimarães, questionou os debatedores sobre “como os debatedores avaliam o impacto do Movimento Maio Amarelo na redução das vítimas de trânsito no Brasil e como poderemos potencializar movimentos como esse para atrair mais adesões dentro e fora do país?”
Em sua fala, Daniel Guth avaliou o Movimento como positivo aos entes da federação para chamar a atenção à causa e também buscar recursos. O diretor executivo da Aliança Bike também destacou que o Maio Amarelo precisa ser potencializado para políticas continuadas e auxiliar a fortalecer “o tripé de mudança da infraestrutura e sinalização e mudança da fiscalização e do controle, a partir da punição de crimes de trânsito”, argumentou.
“Eu fico feliz na verdade, de ver o Maio Amarelo indo além das fronteiras nacionais e vendo cidades em outros países já se somando aos esforços do Brasil e querendo copiar muito do que a gente faz aqui, mas é isso. É uma das oportunidades, das várias que nós temos ao longo do calendário e é importante nutrir sobretudo a agenda pública dessa discussão com dados, com melhores práticas, com experiências do que está sendo feito em todo o mundo”, destacou Omar Jacob, consultor técnico sênior na Vital Strategies.
Fátima Pereira Silva, diretora executiva do International Council on Alcohol, Drugs and Traffic Safety (ICADTS), revelou que conhece o Movimento Maio Amarelo há anos e que, além de ultrapassar fronteiras, o Maio Amarelo é uma iniciativa eficaz para auxiliar na conscientização de profissionais e toda a sociedade.
“É um indicador de que efetivamente o Maio Amarelo ultrapassou fronteiras, ponto número um. Segundo ponto, todas as políticas ligadas, inclusive as políticas públicas ligadas a formar agentes especializados dentro das Câmaras ou dentro das Prefeituras, eu penso que por lugar inicial seria pelo Maio Amarelo, não sei se estou falando certo, mas diria que tenho. Ou seja, todas afirmações dos técnicos ligados a essa área para divulgar, para atuar, para estar juntos às instituições, um dos pontos principais do Maio Amarelo é formar técnicos especializados nessa área.”
Fátima Silva também complementou sobre o Maio Amarelo. “Por tanto efetivamente, acho que está mais para iniciativa e naturalmente, como qualquer iniciativa, tem que ser regada, alimentada, tem que ser adaptada às realidades do dia a dia. Agora, que efetivamente em termos de marca, de nome e que ultrapassa fronteiras, não tenho dúvida nenhuma.”
Na oportunidade, Sirlei Kuiava, coordenadora-geral de Educação e Saúde para o Trânsito substituta da Senatran enfatizou que: “Eu vejo que o Maio Amarelo foi um dos primeiros momentos em que se pensou no mês inteiro em educação de trânsito, em segurança no trânsito, a partir dele, eu acho que hoje, nós estamos crescendo com o número de ações, com o número de atividades”.
Assista o painel 4 completo:
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