A
edição de janeiro-abril do Panaman Journal of Trauma
(Jornal de Trauma do Panamá - em livre tradução), publicada no dia 15 de maio,
traz o artigo intitulado: Yellow May: Worldwide Road Safety Injury
Prevention Program(Maio
Amarelo: Programa Mundial de Prevenção de Lesões de Segurança Rodoviária –
livre tradução), em que apresenta o movimento Maio Amarelo e suas ações, desde
a sua criação em 2014, aqui no Brasil, além do alcance de suas campanhas e o
engajamento de diversos países pelo mundo.
De
autoria de Alcir Escocia Dorigatti, da Divisão de Traumatologia, no
Departamento de Cirurgia, da Universidade de Campinas, Campinas (SP), entre as
fontes, conta com o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária para o fornecimento
de informações e dados, o artigo adverte para o alto número de vidas perdidas
no trânsito. Segundo o mesmo, perdem-se três mil vidas por dia nas estradas e
nas ruas, essa é a nona maior causa de morte no mundo.
Outro
detalhe é que as colisões de trânsito são a principal causa de morte na faixa
etária dos 15 aos 29 anos; a terceira na faixa etária dos 30 aos 44 anos; e a
quarta na faixa etária dos 5 aos 14 anos. Essas colisões representam atualmente
um custo de 518 bilhões de dólares por ano ou entre 1% e 3% do produto interno
bruto de cada país.
Sobre o Maio Amarelo
Nos
6 primeiros anos de Maio Amarelo, o movimento conseguiu provar a
reprodutibilidade do projeto. Ou seja, hoje, no Brasil, ele é desenvolvido
anualmente em todo o país. E o movimento também conta com o apoio de 28 países,
como: Argentina, Áustria, Colômbia, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Marrocos,
México, Portugal e Uruguai, entre muitos outros. É necessário salientar que
cada país é livre de criar o seu próprio material, de acordo com as suas
necessidades epidemiológicas.
Somente
em 2019, os meios de comunicação social espontâneos atingiram um valor total de
169 mil dólares. Em 2018, o movimento contava com mais de cinco mil ações de
campanha em 28 países, enquanto em 2019, foram mais de 3.000 ações. Em conjunto
com todas as mídias/meios de comunicação (impressa, rádio, TV e internet), foi
possível alcançar mais de 120 milhões de pessoas.
O
Panamerican Journal of Trauma é o
jornal oficial da Sociedade Panamericana de Trauma. A revista tem como objetivo
facilitar o intercâmbio de ideias e informações relevantes para melhorar os
cuidados clínicos, a educação e a investigação científica em traumatismos,
cuidados críticos e cirurgia de emergência. Além de, proporcionar oportunidades
que alimentem e promovam os jovens investigadores e fomentar a produção
científica das Américas.
O
artigo pode ser lido aqui (em inglês): https://www.pajtcces.com/doi/PAJT/pdf/10.5005/jp-journals-10030-1265
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